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Duplicação da BR 470: dois meses sem respostas

Estado ofereceu R$200 milhões para dar continuidade à obra e espera há cerca de 60 dias pela resposta do governo Federal

A proposta do Governo do Estado de aportar R$ 200 milhões exclusivamente nos lotes 1 e 2 da duplicação da BR-470 recebeu um apoio de peso. Mais de 120 entidades de diversas regiões de Santa Catarina divulgaram um manifesto em favor da posição do governador Carlos Moisés, que aguarda resposta do DNIT sobre o assunto há cerca de dois meses.

O apelo é endereçado ao presidente Jair Bolsonaro, ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e ao diretor-geral do DNIT, general Antônio Leite dos Santos Filho. Segundo o documento, a aplicação do dinheiro nos quatro lotes seria pouco efetiva neste momento. As entidades citam um relatório de gerenciamento entregue ao DNIT no fim de julho, que menciona a falta de recursos federais para o prosseguimento das obras nos lotes 1 e 2 – de Navegantes até a divisa de Gaspar com Blumenau.

Além disso, o documento também aponta o custo elevado em desapropriações nos lotes 3 e 4, ao passo que cerca de R$ 10 milhões resolveriam a mesma questão nos lotes 1 e 2. As entidades também contestam a demora do Governo Federal em aceitar a proposta do Estado.

“Diante da emergência posta, dos fatos elencados, do impasse político criado em torno da duplicação da BR-470/SC, as organizações signatárias clamam ao presidente da República, Jair Messias Bolsonaro; ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; ao diretor-geral do DNIT, general Antônio Leite dos Santos Filho; que, investidos do mais elevado espírito público e patriótico, aceitem os recursos do Governo do Estado para os lotes 1 e 2 da duplicação. São R$ 200 milhões mais que necessários e que podem contribuir de forma decisiva para o bem de Santa Catarina e do Brasil. A parceria precisa dar certo”, diz a parte final do manifesto.

Está marcada para o dia 17 de agosto uma audiência pública no Senado Federal para tratar do assunto com o ministro Tarcísio. A reunião havia sido marcada para 3 de agosto, porém foi adiada a pedido do Ministério da Infraestrutura.

Foto Secom SC

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